quinta-feira, 13 de julho de 2006

Circulu


Círculo é infinidade. Impressão de movimento constante. Rotação propulsora contínua produtora de energia. Olhe para o centro e o contorno se move. Mire pra vc e sinta-se exatamente no meio da grande esfera. Como o protagonista do filme.

Acordei às 4 da manhã e minha cabeça gira sem parar. Dia real.

domingo, 9 de julho de 2006

Parabéns no 4 de julho!


AêÊêÊêÊê!!!!
"17" aninhos comemorados com amigos e o amor delaaaaaaaaa!
Essa é a Andrezza, minha cunhada de todos os tempos, já é de casa. É do meu irmão. É nossa!!
A foto foi no dia do níver dela, que curtiu os abraços, beijos, desejos de paz e felicidade, a comida e os presentes, é claro! =P

No momento registrado, ela está nos braços dele, ao natural e feliz, do jeito que todo mundo quer ser um dia. Parabéns, Andrezzita. Vc merece é mais, muito mais por toda força de mulher que tem. Bjããããoooo e tudo de melhor!!! =)

*Na foto, ao fundo, a cantora que enxugou o suor com o guardanapo que enviamos os nossos pedidos, entre eles, Raimundo Soldado. Será que foi por isso?

Alteru


Hoje foi um dia assim. Mais pros outros do que pra mim. Ontem e hoje. E é bom fazer sem pensar em vc. Satisfazer outro sorriso, ganhar um "obrigado" com o olhar. A era da sobrecarga precisa disso. O individualismo cansa, enjoa até. É um saco existir só pra si. Sinto que meu egoísmo se esvai. E o surpreendente: estou ótima! É o engraçado do inexplicável e gigantesco mistério chamado vida. Som de violão me conforta.

Fui toda pra alguns, menos pra mim. E, puxa, observar isso depois dá prazer. Fiz por gente que nem conheço, agi gratuitamente. É amor? Amar o próximo? Será? Poderia fazê-lo sempre. Viver disso. É bom existir na união, ser um pouco do muito, uma das andorinhas do verão. Perceber-se na multidão e saber que o seu pouquinho fez alguém feliz, ainda que na mesma intensiade do ato. O outro nunca deixa de ser algo de vc. Deveríamos pôr o outro sempre em primeiro lugar. Já pensou? Não, não dá... Somos humanos, não dá... Droga!

Vou me aceitar assim. Admitir o mundo do jeito que me foi explicado; o indivíduo da forma que se construiu. E continuamos montando as sociedades desta maneira. Sem pararmos para uma pequena reflexão que nos indicaria o caminho pelo outro. O outro como o propósito do seu bem particular. O coletivo como parte integrante para a satisfação própria. Ainda que a lógica tenha caráter egocêntrico, ela contemplaria o seguinte. Seria uma boa saída.

sexta-feira, 7 de julho de 2006

"Tem que estudar latim, menina!"


Ele é simplesmente show! Sintam só a pancada: advogado, professor universitário, presidente da Academia de Ciências Sociais do Ceará e coordenador de Pesquisa Acadêmica da Faculdade Christus. Ufa! Além desses títulos, o professor João Lemos é dono de muitos outros. Lá vai: espontaneidade, comunicatividade, simpatia e muita, mas muita vontade mesmo de ensinar! É bom demais bater papos com essa figura. Escreve ótimas poesias. Um dia, caí na besteira de indagá-lo sobre o amor e ouvi extamente o que idealizo em relação ao sentimento maior. Não é só nos termos jurídicos e nas regras dos textos acadêmicos que ele detona, não. Na vida, ele é PhD.

A foto acima registra o dia do 18º aniversário da Academia que ele preside (se liguem na cadeira). Cheio de naturalidade, ele comandou a solenidade sem nenhuma formalidade forçada, ele não precisa. Ao natural, o professor João Lemos consegue ser o melhor. E a beca? A cor mais bonita que eu tive de elogiar no dia seguinte. Fez todo mundo rir com o aviso "Calma, já tá acabando" depois de perceber o espanto das pessoas com as três folhas de seu discurso. Palavras estas que nem necessitavam de atenção prévia. Ele tem a moral de falar o que pensa, na lata.

Outro dia levei um conselho-carão porque não sabia latim. Seguindo o valioso conselho, está entre os meus planos entrar num curso. E eu sempre quis mesmo. Tenho muito carinho por esse mestre. Ele é experiência pura. Vivenciou fatos e sabemos que contra estes não há argumentos. Professor João Lemos, envio-lhe, virtualmente, um abraço cheio de admiração e contentamento pela oportunidade de conhecê-lo.

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Música-da-Mata


Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida
Sei lá
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me manda são fato do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, heim?
Entre tantas paixões
Esse encontro nós dois esse amor
Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa heim?
Entre tantas paixões
Esse encontro nós dois esse amor

Ainda Bem.
By Vanessa da Mata.

Música. Do Lat. musica; Gr. mousiké, das Musas, das belas-artes, especialmente dos sons. Música é bom demais. Mata de prazer ouvir um bom som, aquele que é "a sua cara". E eu morro de escutar a mesma faixa milhares de vezes. Música é a arte e a ciência de combinr esses sons em harmonia. No momento, Vanessa da Mata tem preenchido meus ouvidos com a melodia leve e simples das canções apaixonadas. Bacana demais. Depois de penetrada na mente, não há quem consiga observar a letra apenas com os olhos. Só consigo cantar "Ainda bem". Me mata.

Uma vontade de quem estudou um pouco de Análise do Discurso. Falar sobre as formações textuais: utilizar o "sei lá"ou o "senão" na letra da música foi fantástico para a frase cair na boca de qualquer um. Boa munição no meio pop (que ninguém consegue definir, então pode-se dizer que é MPB também. Afinal, ela canta algumas do Caetano, não é isso?)... "Conforto de amar" traduz em outros termos a tranqüilidade interior que o sentimento traz . Boa também porque é expressão incomum. Pequena e arrumadinha, é quase intelectual. Matou a pau, Vanessa.

"Cuidado" e "entrega" nem preciso dizer. São as palavras exatas pra quem tem um amor. "Tantos outros", "anos" e "paixões", é "sorte" mesmo achar que encontrou o alguém ideal. E é ótimo se imaginar como sortudo(a) porque amor de verdade é raro. Daí a dignificação da sensação. A raridade dá status de excelência a quem alcança. Lá vai o amor se justificando como o maior dos sentimentos de novo. Mais uma dentro. Vanessa mata mesmo. Acho que ganhou mais uma fã, viu?! =)

terça-feira, 4 de julho de 2006

Sapore mille


Que sabor vc tem?
Que gosto vc dá?
A boca prova o que o interno clama.
A boca fala a língua da mente.
O dente morde o sólido suculento.

Vamos nos deixar beijar, meu bem.
Prova a minha carne que eu testo teu sabor.
Reciprocidade sem parâmetro é a saliva.
Vem, vem, vem!
O vermelho te chama.

Não precisa de olho, nem de cheiro.
A boca é competente no paladar.
A sensação é completa na descida.
É festa de salgados, doces, amargos e azedos.
Vem, sinta comigo todos os gostos.

Esmero


Noite de domingo, todo mundo em casa, comendo pipoca e vendo Faustão.
E nóis, que que faz? Trabáááia!!

Mas eu gosto! =P

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Vita



Datas, hora, agenda, projetos.
Pára!
Continuar, seguir, movimento, levar.
Não pára.
Aqui, junto, silêncio, sustentáculo.
Fica.
Solto, livre, distante, um.
Não dá.
Olhar, calor, sentir, pra mim.
Você.
Crer, você, gostar, querer.
Eu.
Começo, parceria, fertilidade, vida.
Nós.

Teste


Faça vocę também Que gęnio-louco é vocę? Uma criaçăo de O Mundo Insano da Abyssinia
Que gênio louco você é? Eu sou o Kubrick! Éééé!! =P
Teste bacana pra quem tem curiosidade sobre si.
(O interessante é que eu posto sem ainda ter divulgado o site pra ninguém. Sou só louca; gênio definitivamente não).

domingo, 2 de julho de 2006

Amicitate II


O semblante de piveta é inegável. Essa foto já tem uns oito anos. Tempo de construção de um sentimento muito vivo e bacana entre mim e a Bel. Ela é a minha "cumade", de todos os tempos e todas as horas. Sabe de mim. Já chorei de alegria quando tive noção disso tudo. Oito anos, cumade. Durante quatro deles, o contato era diário, mas como boas estudantes que fomos, a universidade provocou distância física, ainda bem que foi só essa. =)

Aí vem o tempo e bota na mesa todas as cartas reveladoras de que, de piveta, vc só tinha esse rostinho mesmo. Sempre foi a dona dos comentários mais coerentes. Cheia de amor próprio. Datas nunca foram esquecidas. A super memória também é dela, me ajuda na lembrança dos momentos. Ela revive, enquanto eu me esforço e quase nunca lembro. Isso já virou piada.

Hoje, a Isabel é um mulher linda - e fortíssima - porque tem o valor raro que as menininhas da nossa idade não têm. Eu simplesmente acho o máximo não sermos iguais, não integrarmos essa maioria banal. Amamos nossas mães e agimos como se conhecêssemos a vida. Nosso diferencial.

Minha cumade, sou uma grande fã sua.
Mil beijos.