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sábado, 12 de maio de 2007

Excepcionalmente MÃE

Por que as mães são eternamente geniais?
Por que elas nunca nos deixam inseguros?
Por que não conseguem se desgrudar dos filhos?
Por que - e como - elas são capazes de nos amar mais que tudo?
Enfim, por que as mães são seres excepcionais?
Minha mãe é a pessoa mais guerreira desse mundo. Ela me ajudou nas concepções do sentido das coisas. Então, tudo que eu sou e boa parte do que acredito é criação dela também. Foram suas percepções e valores que me guiaram e estão juntos comigo até hoje, principalmente naqueles momentos de difícil decisão. Minha mãe é forte e só quem a conhece bem sabe do que falo. Independente seria seu melhor sinônimo. O que não permite tal afirmação é a existência de duas certas pessoas no mundo. Eu e meu irmão. Ela depende desse amor.
Somos um trio. E a gente se ama. Talvez não formado da maneira mais "coerente", como se pensa por aí, mas sentimento verdadeiro a gente tem com certeza. Nos amamos e nos respeitamos. Vivemos querendo a falicidade do outro. Eu e ele somos impulsionados pela braveza dela. E ela? Ela se enche de alegria com as nossas conquistas, não só por saber que tem seu dedo e coração todo ali, mas só por nos ver bem. MÃE, EU TE AMO. VOCÊ É E SEMPRE SERÁ A MULHER DA MINHA VIDA. EU TE AMO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO. VOCÊ É O MELHOR DA MINHA EXISTÊNCIA NA TERRA.
Eu não sou mãe, mas quero ser um dia. Quero viver intensamente o ápice das possibiliades humanas no quesito "entrega à vida". O amor maior, excepcional por excelência. Esse é o amor de mãe para o qual um dia eu quero começar a me entregar.

sábado, 10 de março de 2007

Há um buraco no meio do caminho

Eu vou falar, vou falar ao mundo sobre as discrepâncias da humanidade. Sim, só vocês dessa raça capaz de me compreender são os mesmos responsáveis por todo esse buraco no meio de tudo. Há um buraco em cada um de nós. Há também um em alguma instituição da sua cidade. Há um buraco no coração da sua mãe e na cabeça do seu pai. Certamente também deve haver um buraco na sua mesa, no chão da sua casa, na areia da praia. Há um buraco enorme sobre a superfície do planeta nos deixando cada vez mais expostos aos danos da maior potência de energia conhecida até hoje. Será que o Sol tem um buraco?

Lembro-me muito bem – não da data, mas do episódio - de quando Júpter sofria uma “explosão”. A parte que ele perdia era maior do que a Terra. Eu estava viajando à noite para uma praia, e chovia muito na estrada. O tempo da viagem era menor do que o processo que ocorria no maior dos planetas, o qual, a partir de então, também ganhara um buraco. Lembro-me que o condutor dirigia com toda a segurança do mundo. Os passageiros aflitos e ele todo convicto de que nada aconteceria. E eu comigo: “Puxa, tá tendo uma explosão no universo agora, algo de que não conseguimos nem imaginar o tamanho, e esse cara acha que pode com tudo”.

Hoje entendo que ele é um ser humano. E não tenho dúvidas de que há um buraco gigantesco no meio dessa pessoa. Para a Ciência, a gente nasceu de um buraco. E se usarmos da tal da lógica, filhos de um buraco, buraquinhos seremos. Freud tentou nos explicar através de nossos buracos, e foi fascinante em seus argumentos, ainda que alguns não admitam com tanto orgulho a fase anal. Enfim, será esta a razão para o caminho humano rumo ao caos? Os nossos buracos?

Os buracos nos explicam e nos fazem ser os responsáveis pela atrocidade planetária. Eles estão em toda parte: em nós e muito além de nós. Ou seja, existem em maior número. Se fôssemos nos confrontar, seria um auto-genocídio. Afinal, eles têm tudo para se desviarem e não serem atingidos por nossas balas e nossas super-bombas. Nos mataríamos em pouco tempo. E agora? Esta é a situação: nós e os buracos. Os nossos, os dos nossos amigos. E vamos viver errando por causa deles. Você pode até tentar um dia adotar um buraco, estudá-lo, pesquisá-lo, criá-lo como um filho. Mas você nunca vai entendê-lo por completo. Porque ele é maior. Já existia antes de nós e está à nossa frente, seja lá qual for o dia de amanhã. Eles estão por todos os lados e sempre estarão. Os buracos dominam o mundo.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Muliere

Mulher!

De beleza rara
de pureza clara
de olhar penetrante
de voz cativante
De uma força única
de uma garra imprevisível
de uma simplicidade transparente
de uma complexidade compreensível
É você, mãe, filha, esposa é você mulher.
Mulher que luta, busca, deseja, alcança, sonha, espera, chora, sorri.
Mulher que canta
que dança, grita, silencia.
Mulher que se maquila, se bronzeia que é bela, pura.
Mulher que sente, ressente, ama, cuida.
Mulher que se cansa, descansa, trabalha, batalha.
Mulher que da costela
foi tirada para se tornar
companheira e assim ser respeitada
por sua vida inteira
e amada por sua natureza
Mulher que tudo faz gracioso
mesmo no momento mais doloroso
trazendo o conforto e a força que muitas vezes nos falta
Mulher que em tudo vê a beleza mesmo nos momentos em que a tristeza
nos faz querer fechar os olhos.
Mulher que neste dia, mais que nos outros,
reconhecemos e nos demais sempre amamos
quero lhe dizer que todos os dias são dias da mulher!

By Maninha Renatóviski

quinta-feira, 1 de março de 2007

BBB


- O BBB é um programa culto?
- Nãããão!
- Você ganha ou aprende alguma coisa assistindo a mesma coisa todo dia na TV?
- Nãããão!
- Pelo menos um centavo daquele um milhão vai pra você?
- Nãããão!
- Então pra que perder tempo assistindo a tanto besteirol?
- Ah, essa resposta é mais complicada, né? O BBB é um programa que não enaltece absolutamente nada do que você pode ter de positivo e, muito menos, contribui para sua formação intelectual. Só que há um detalhe a ser lembrado: somosbrasileiros, esqueceu?
Como é a nossa vidinha diária?
Acordamos apressados depois de uma noite mal dormida após um dia estressante, pegando 45 min de busão pra chegar no trampo.Ultrapassando esta etapa, eis o dia de trabalho: corre-corre, pressa, pressão. Aí no fim da noite você espera na parada uns 30 min básicos o mesmo busão, só que lotado de gente e com odor não tão agradável. Chega em casa, as costas dóem, a vista pesa. O dia foi puxado. Aí, é lógico, tenta aproveitar o pouco tempo que tem para o lazer diário (1 hora? 2 horas?) e o que temos à vista? A nossa valiosa TV! A nossa maquininha de entretenimento que a essa hora da noite nos traz novela nacional, fofocas, novela dublada, programas policiais, outra novela nacional e um programa que mostra uma mesa redonda com grandes ícones do esporte discutindo o brilhante desempenho das nossas equipes de futebol, maravilhosos em seus argumentos sobre chutes, lances e defesas de gol. Um cardápio que deixa qualquer um confuso para escolher entre tantas opções.
O detalhe é que, todo começo de ano, a Globo, a que traz uma das novelas nacionais, exibe o BBB. Todo mundo prefere espiar a casa e as atitudes, os complôs e as cenas quentes que os confinados fazem o favor de provocar. Ora, mas é isso que o brasileiro quer ver mesmo. Brincadeira, intriga, paquera, fofoquinha. Esse cara que pega ônibus todo dia não deve ser massacrado porque assiste ao BBB. Nem o executivo que diz que passou só 1min na frente da TV porque parou para ver as pernas da Fani. Que bobagem! Pra que ter vergonha de dizer que assiste ao programa? É distração como qualquer uma das outras opções que estão no cardápio. Tem valor igual no que diz respeito ao não incentivo intelectual. É entretenimento puro. Deixa o brasileiro ser feliz e ver na TV o que gosta. Quem é capaz de mudar isso não está nem um pouco afim, assim como também não liga e não faz questão de que comecemos a pensar e ter gostos diferentes, mais interessantes e mais benéficos para nós mesmos. Quem leva uma rotina nada fácil, já sem nenhuma perspectiva pra depois, vive num sentimento de inércia que nem a indignação vale mais a pena. Ele, depois de muito batente, sabe que a vida não vai mudar. Hábitos como a leitura ou ouvir uma rica canção não fazem sentido para esse sujeito. São práticas muito ligadas ao prazer, à curtição e elevação dó que chamamos de vida. E nós não podemos, de maneira alguma, apontar pra alguém por causa disso.
Deixa o cara torcer pelo Alemão e vibrar quando ele levar o prêmio. Quando tocar aquela música e o Bial anunciar, o cara do ônibus vai vibrar em casa e chorar como se a grana fosse dele. Ele não leva nada, vocês sabem quem leva tudo. Deixa o cara sentir felicidade, nem que por tudo que ele vibre seja farsa. A sensação dele não será.

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Collectanea


Os boçais. Eles são tidos como os mais chatos (a foto acima diz tudo), os que têm camarins mais requintados e com as exigências mais frescas de todos os tempos; entre elas, a famosa (e caríssima!) porcelana chinesa. A primeira frase do Noel no dia do casamento foi: "Porra! Eu tenho que acordar cedo só porque vou casar?". E eles ainda negam insistentemente que querem ser os Beatles da atualiadade. É briga, é droga, polêmica pra lá e pra cá. Assim levam a vida como uma das melhores bandas de rock de sucesso planetário nos nossos dias.

Eu, que destesto frescura e arrogância, ingrediente que é a cara dos irmãozinhos, tenho de confessar que eles são muuuuito bons! Não adianta. Não há boçalidade que bata a qualidade do som dos caras. E a novidade que mereceu o post é: tchan tchan tchan tchan!!!! Tensão, tensão tensão.... Oasis lança coletânia definitiva "Stop the clocks"!!

Uhuuuuu!! Que presentão de final de ano, hein?! É a primeira retrospectiva dos dez anos de chão da banda. As faixas foram escolhidas pelos próprios, que reuniram, a seu gosto, as 18 melhores músicas de toda a década num CD duplo. O lançamento triunfal do disco aconteceu em Paris e, pra variar, eles foram um sucessoooo!! Agora os lindinhos tiram férias - merecidas, diga-se de passagem - antes de trabalhar algo inédito. E a gente? Bem, a gente curte uma nostalgia daquelas...

domingo, 17 de setembro de 2006

Civitate de Amore


Sou leve, me sinto samba, sono, luz. É você, meu bem, grande motivo da minha calma, justificativa ideal pro meu levar à toa. Já me sinto a sua benvinda companheira de que Chico fala. E quero sê-la no ideal. O som do dia acordado irá nos apressar e vamos questionar como é difícil amanhecer. A cidade dos indivíduos precisa amar. Será que conseguimos?

Os afazeres vêm nos pertubar e eu te chamo pra fazer samba comigo até mais tarde. Vou tornar mais longo o bom do seu dia e mais radiantes as cores ao seu redor. Vou gritar dentro de você e deixar o som ecuar por quantas vezes quiser ouvi-lo. Vou te girar e me girar em você. Vamos ficar tontos, mais tontos. Intento te surpreender. Apesar do sempre, vou buscar ser novidade e insistir no belo.

Vou te provocar a leveza, o samba, o sono e a luz que sou hoje. A pressa urbana não será abalo, meu colo vai te acalmar de todas buzinas, de todos os sermões desnecessários. Eu me camuflo no meu cheiro onde quer que você esteja. Te provo a segurança a que o nosso sentimento nos induz. Nada de correria. Vamos fazer samba e muito amor na calmaria do nosso lar. Espetacularmente nosso.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Ratio essendi


Quando a sensação do gostar invade é a injeção de vida que chega novamente. Brilhante ser humano divino este que por aqui vive. A sensação é a dos dias, das manhãs claras de vento frio na Fortaleza de 27º C, no dia 11 de setembro de 2006. O cheiro bom de gente circulando, o sono que se esvai naturalmente. O gostar te proporciona a percepção de tudo isso.

Maravilhada, só consigo ser grata pela vida. Pela mãe que me dá o maior amor do mundo, os amigos que me mostram a alegria fácil, o parceiro ideal que se empenha por um projeto nosso. Hoje eu senti o viver como há tempos não o fazia. Por isso o texto subjetivamente alimentado. O motivo? Uma demonstração de querer enorme, uma dedicação gratuita por um ideal de amar tranquilamente. Produzir e reproduzir no ciclo.

A rotina quase faz sentido nessa hora. Os relógios quase se justificam não deixando dúvidas para as rugas. O mundo quase me diz: "Eu sou assim, Juliana. Não tem jeito". E eu acato com um sorriso tímido de quem subentende o não dito em todos os ditos, a intenção das flores e o porquê da chuva. Mas eu sou como todos os outros, divinamente igual. Sou perecível aos rumos incertos e às investidas econômicas como se isso fosse planejar a vida. Que bobagem. Ter outro alguém divino se permitindo a você vale mais do que tudo.

Ratio essendi.

quinta-feira, 17 de agosto de 2006

Click, o filme



Em "Click", Adam Sandler é um arquiteto workaholic que se depara com um controle remoto universal e, detalhe, o tem sob seu poder, o que se pode considerar um verdadeiro perigo mundial! Interpretando Michael Newman, Sandler também produziu o filme que vem provocando - como sempre, no seu estilo - gargalhadas prolongadas da platéia. No elenco, ainda figuram o grande Christopher Walken e a bela Kate Beckinsale, que atua como a esposa do arquiteto trapalhão, pondo-o ainda numa posição mais hilária: "Como ela pôde se casar com ele?".

A obra chega a ser interessante se pensarmos nos pontos mais diversos que ela aborda. Apesar de ser uma comédia, o filme pensa o papel do pai na instituição social família. Depois de muito riso, a sala do cinema é tomada por uma onda emotiva e o silêncio paira evidenciando o toque interno que as cenas provocam. O diferente é que esse tipo de abordagem se inicia "sozinha", distante do humor. Quando Michael Newman quer ser sério, ninguém segura, o choro é inevitável. O mesmo vale para as gaitadas, como chamamos aqui.

Uma comédia leve sugerida para um domingo tranqüilo, daqueles seguidos de pizza e gostinho ruim da lembrança do dia seguinte: segunda-feira. =/
O que salva a sugestão são realmente as piadas idiotas e a velha fórmula emotiva que perdura "hasta hoy". Ah, sempre vale a pena rir e chorar com o Adam, né?! =)

quinta-feira, 27 de julho de 2006

A história da própria cabeça é a dos nossos dias


"Eu devia ter uns 7 anos. A professora sempre mandava a gente fazer composição sobre estampa de vaca, estampa de pintinho. Uma vez ela disse: ' Hoje cada um vai fazer uma história da própria cabeça ' . Foi nesse momento que eu comecei a ser Nelson Rodrigues. Porque escrevi uma história tremenda, de adultério."
(Entrevista concedida à Revista Playboy em novembro de 1979).
Sem controvérsias, o melhor que o teatro moderno brasileiro já teve. Mais uma vez, minha nostalgia inexplicável de uma época a que não pertenci vem à tona. Desta vez, e como tantas outras, o Nelson me toma de supetão e eu queria estar em seu tempo, naquelas ruas onde as mulheres de vestido e batom vermelho usavam salto e mostravam as pernas, rebolavam e paqueravam segurando com charme a bolsinha da cor do vestido debaixo do braço, passo apertado, sempre com muito feminino no jeito.
Naqueles anos, quando as noções de casamento e adultério foram transpassadas, modificadas, os jovens casais eram empolgados pelo proibido. Na verdade, Nelson os movia por esse instinto. E pelo trágico que o permeia, encontramos ali a realidade social do brasileiro dos anos dourados que vivia algum sabor. Ele contava a história da vizinha, a traição do amigo de trabalho, os tragos dos jornalistas em crise de consciência moral diante da pressão ideológica. O topete do malandro e os afagos em camas de outros donos.
Falo disso porque, nos tempos de hoje, o vazio tomou conta de tudo. Não temos o impulso pelo proibido saudável, a individualidade enfraqueceu o amor trágico e os filhos são projetos pra depois. A programação reina e ninguém tem o prazer gratuito de levar uma brisa no rosto às 16h da terça-feira porque a agenda está lotada. A esposa e o esposo são papéis de antigamente.
O nosso maior dramaturgo exibia as farsas da gente, os cotidianos que viraram peças de sucesso com a identificação imediata. Sabia do amor maior (por isso o trágico), conhecia as fraquezas das relações do dia-a-dia, falava como ninguém da paixão que ferve. 25 anos depois de sua morte, eu apenas intento as emoções do seu gosto vivido. A seguir, um depoimento do quão real eram aqueles causos:
"Durante 20 anos, durante toda a década de 40 e toda a década de 50, fui um homem absolutamente só. Combatido, me chamaram de tarado, de cérebro doentio. Poucas pessoas, algumas exceções como Gilberto Freyre, José Lins do Rego e Manuel Bandeira, me estimulavam. Mesmo o Manuel Bandeira chegou pra mim um dia, quando eu e meus personagens éramos odiados, e disse: ' Nelson, por que você não faz uma peça em que os personagens sejam assim como todo mundo?' Eu respondi da forma mais singela: 'Mas, meu caro Bandeira, meus personagens são como todo mundo.' Porque uma coisa é verdade: quem metia ou mete o pau no meu teatro está procedendo como um Narciso às avessas, cuspindo na própria imagem. "
(Ao JB em 14/04/80)

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Fadigar


Hoje o cansaço tomou conta de mim. E eu não sou das que conta isso com orgulho. A cafeína de todos os dias engana meu organismo aos poucos, e eu já não faço mais questão do controle. Pra quê? Os olhos só abrem para o agradável, as letras só ensaiam seu prazer. No vai-e-vem rotineiro, ouvir a boa música relaxa meu olhar, meu andar descansa e de repente eu me despreocupo. Esse escuro não condiz com a minha esfera, sou de cores.

OBS: Ao escrever sobre minha própria fadiga, meu principal ânimo acaba de vir me ver. Ele vai rir ao ler e entender tudo) .

É incrível. O esgotamento cessou. Vou para a última etapa do dia.

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Circulu


Círculo é infinidade. Impressão de movimento constante. Rotação propulsora contínua produtora de energia. Olhe para o centro e o contorno se move. Mire pra vc e sinta-se exatamente no meio da grande esfera. Como o protagonista do filme.

Acordei às 4 da manhã e minha cabeça gira sem parar. Dia real.