É praxe. Chefe, na imensa, estrondosa, esmagadora, indiscutível maioria dos locais de trabalho, é sinônimo de cão, praga, discórdia, infelicidade, pressão, depressão, desemprego. Maaaaaaaas, eu, logo eu que detesto as conveniências urbanas, tive a imensa sorte de ter uma super-chefe-"mãe". Deu certo!
O nome dela é Marne. Sim: M-A-R-N-E. Assim como soletramos em todas as ligações ou preferimos detalhar para as expressões estranhas que, no meio da conversa, soltam os famosíssimos Marní, Marnê, Márme etc. Mas o importante mesmo, meu maior intuito aqui é fazer um adeclaração de arrepiar: minha chefe é gente boa!
Isso mesmo. Minha chefe é gente boa pra caramba. Trabalhamos juntas há um ano e, hoje, a considero uma amiga. Aprendo, mais do que o ofício, muitos lances importantes para se desenrolar nesse mundo. Para mim, sua principal característica é a força. Só não se dá bem com a Marne quem não quer.
Fora do ambiente de trabalho, pode ser ainda melhor. Almoços - até na casa dela (pasmem!) -, passeios, lanches. O mais inusitado aconteceu ontem à noite e talvez tenha sido o grande motivo para este post. De repente, mi vi às 19h de uma sexta-feira na Av. Monsenhor Tabosa comendo pipoca de carrinho e água de coco jogando conversa fora com a chefe. Não foi um happy hour com cerveja e elementos provocadores da descontração. Foi um momento de companhia agradável, assim, de graça, como tudo de melhor na vida é.
Chefa, um abração pra ti. Quero ser uma super mulher que nem você!
O nome dela é Marne. Sim: M-A-R-N-E. Assim como soletramos em todas as ligações ou preferimos detalhar para as expressões estranhas que, no meio da conversa, soltam os famosíssimos Marní, Marnê, Márme etc. Mas o importante mesmo, meu maior intuito aqui é fazer um adeclaração de arrepiar: minha chefe é gente boa!
Isso mesmo. Minha chefe é gente boa pra caramba. Trabalhamos juntas há um ano e, hoje, a considero uma amiga. Aprendo, mais do que o ofício, muitos lances importantes para se desenrolar nesse mundo. Para mim, sua principal característica é a força. Só não se dá bem com a Marne quem não quer.
Fora do ambiente de trabalho, pode ser ainda melhor. Almoços - até na casa dela (pasmem!) -, passeios, lanches. O mais inusitado aconteceu ontem à noite e talvez tenha sido o grande motivo para este post. De repente, mi vi às 19h de uma sexta-feira na Av. Monsenhor Tabosa comendo pipoca de carrinho e água de coco jogando conversa fora com a chefe. Não foi um happy hour com cerveja e elementos provocadores da descontração. Foi um momento de companhia agradável, assim, de graça, como tudo de melhor na vida é.
Chefa, um abração pra ti. Quero ser uma super mulher que nem você!
7 comentários:
Nossa, que legal, Chatinha! Fico muito feliz por vc! Ainda mais porque vivemos juntas uma situação super ruim por alguns meses e agora é mais que merecido encontrarmos chefes legais como a Marne!
Um dia quero que a sorte tbm bata na minha porta (ou que eu bata na porta da sorte, né?) =)
Bjo!!
Affff...
Nem me conte!
"O Diabo veste prada" é um dos filmes da nossa história, viu?!
Rsrsrsrs
Felizes os bons tempos como estes!!
"Certamente!"
(hehehe, o plágio coube muito bem. Não resisti!)
Isso é pra ganhar aumento ou pra dizer que vai ter atraso?! heeheh
Sortuda!
Que é isso, Humbertito?!
O apreço é possível mesmo nos ambientes organizacionais, sim!!
=P
Cristina, que prazer tê-la por aqui!
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